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Mostrando postagens com o rótulo Acumulação

Apoio a leitura de O capital: #04 - “Os métodos idílicos da acumulação primitiva” em: + Marx

História das origens do capitalismo – #04 “Os métodos idílicos da acumulação primitiva” em  + Marx -  Material de apoio da leitura de O’Capital I Ao buscar no dicionário o significado da palavra idílico, aparece o seguinte:   suave, terno . O título dado pela autora do livro: "métodos idílicos", deve ser interpretado como uma analogia, onde o capital exerce uma "coerção muda" - por isso, o termo idílico, para representar a coerção silenciosa do mesmo (será explicado no final do texto. Esta publicação é uma síntese das ideias da autora do livro “Mais Marx”, e também, uma junção de ideias que auxiliam na explicação da acumulação primitiva do capital, ainda em tempos de uma sociedade em transição, pré-capitalista. E para isso, utilizamos duas obras: “Lutas de classes na Alemanha” e “História do Capitalismo”, ver a lista de referências. ILUSTRAÇÃO:  Robber Barons:  "History repeats itself – the robber barons of the Middle Ages and t...

''Sobre a fundação de um banco'', por Bertolt Brecht (Canção de fundação do National Deposit Bank)

CANÇÃO DE FUNDAÇÃO DO NATIONAL DEPOSIT BANK  Sim, fundar um banco Todos deveiam achar correto Não podendo herdar fortuna É preciso juntá-la de algum jeito Para isso as ações são melhores Do que faca ou revólver. Mas uma coisa é fatal É preciso capital inicial. E não havendo dinheiro Onde obter, senão roubando? Ah, sobre isso não vamos discutir Onde obtiveram os outros bancos? De algum lugar ele veio De alguém ele foi tirado Organização da publicação: Fernanda E. Mattos, autora e colunista do Blog Um quê de Marx. Referência do poema: BRECHT, Bertolt. Poemas, 1913-1956. Editora: 34.  É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte. Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .