Enquanto isso, na maioria das cidades, campos e empresas brasileiras não existe sequer uma frente única com base no movimento sindical e classista, e nem mesmo as atuais centrais sindicais e populares, que são governistas ou semi, perderam significativo poder institucional-clientelista ou mesmo foram destituídas das direções mais importantes. Enfim: logicamente que não estamos num processo de revolução social (tomada do poder nas fábricas, terras e etc. onde a força de trabalho começa a não ser mais trocada enquanto mercadoria), e nem mesmo num período pré-revolucionário (para isso é requisito existir, no mínimo, as três ferramentas da guerra de classes que são partido, exército e frente, ou equivalentes). E até mesmo, menos ainda num processo de restauração do regime ditatorialista/neofascista (fim da democracia burguesa constituída em 1988, ou mesmo, golpe de Estado em marcha contra o governo Dilma Rousseff), como alguns comentam. SINALIZANDO MAIS PARA O AMARELO:...