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Mostrando postagens com o rótulo Cidades Rebeldes

FAVELA: ''Não deixe que a pobreza se transforme em paisagem''

De certo modo fomos "aculturados" a cultuar as favelas e comunidades oriundas de ocupações irregulares e precárias,e que fique bem explícito que de nenhum modo tenho o intuito de expressar preconceito para com moradores e comunidades das favelas e ocupações.  A minha intenção é refletir sobre a questão de que a permanência e o aumento de número de favelas e ocupações irregulares ou de risco, só vêm a contribuir aos indícios de que não há igualdade de direitos e logo nos remete o grande problema de segregação social urbana. O fato é que não há distribuição justa de renda, não há a tão proclamada democracia, e como um dragão, o capital imobiliário e especulativo é um grande agravante para o problema de habitação. Não me orgulho nem um pouco da existência de favelas e ocupações precárias. Temos que valorizar sim a cultura e o modo de vida que esses cidadãos levam para sobreviver e fazer da triste realidade um pouco mais "digestiva".  O intuito é você, que nes...

VIVA A COMUNA! VIVE LA COMMUNE!

A guerra civil na França 1871 "É dever da Comuna não somente se apossar da máquina do Estado, como também usa-la para seus fins". A comuna é a antítese do império, seu primeiro decreto foi suprir o exército permanente e substituí-lo pelo povo armado. Suprir também a força espiritual da repressão "o poder dos padres". Decretar a separação entre o Estado e a Igreja, tornar o ensino público e gratuito.  A comuna era essencialmente um governo da classe operária, fruto da luta de classe produtora contra a apropriadora. Há o antagonismo na relação entre Estado e a Comuna                               ESTADO x COMUNA                   FRANCOS BURGUESES x MANIFESTO             ...

QUEM TEM O DIREITO À CIDADE?

Será que os cidadãos já pararam para pensar o que acontece quando todos, ou boa parcela, resolve exercer o seu direito à cidade? Carlos Vainer aponta que uma cidade sob a ótica neoliberal ela tende a ser regida pelas necessidades gerais da acumulação e circulação do capital, portanto, nessas circunstâncias, o espaço para cidadania, solidariedade e direitos humanos não são prioridades, pelo contrário, é um incômodo para um sistema que apenas se preocupa com os lucros. As cidades passam a ser concebidas como se fossem “empresas” e não um espaço comum, fruto do coletivo e dos direitos (coletivos) econômicos, sociais e humanos. Os movimentos e manifestos em prol o exercício da cidadania e dos direitos sociais coletivos é a esperança que nos enche de utopia para continuar crendo que outra realidade social seria possível, que a lógica da acumulação seja quem sabe enfraquecida. E não custa nada sonhar, e utopia nos serve para não deixemos de caminhar (Eduardo Galeano) ...