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Mostrando postagens com o rótulo Artigo

EUA: INFLUÊNCIA CULTURAL, ECONÔMICA E POLÍTICA + "Capitão América e o sonho norte-americano"

EUA: INFLUÊNCIA CULTURAL, ECONÔMICA E POLÍTICA Capitão América e o sonho "americano". INTRODUÇÃO AO TEMA Devido ao fortalecimento econômico, os EUA exercem um grande poder sobre os organismos financeiros internacionais, forçando a abertura da economia de países subdesenvolvidos, no entanto, possui medidas ou políticas protecionistas em relação à entrada de produtos estrangeiros em seu país criando taxas alfandegárias, além de exercer um forte poder de manipulação sobre o mercado internacional. Na questão cultural os americanos desenvolvem a difusão de sua cultura, isso ocorre através dos veículos de comunicação em massa como canais americanos, seriados, músicas e principalmente o cinema, que vende uma imagem ou um modelo a ser seguido ditando ao mundo o que se deve vestir, comer, comprar, assistir, ouvir, um exemplo disso são as multinacionais que alteram, com os fast food , os hábitos alimentares.  A influência americana começou a atingir o mundo inteiro dev...

O DIREITO NATURAL E A NACIONALIZAÇÃO DA TERRA- "A luta pela terra" KARL MARX (Introdução)

O DIREITO NATURAL E A NACIONALIZAÇÃO DA TERRA- "A luta pela terra" ''Revoltai-vos por querermos suprimir a propriedade privada. Mas em nossa sociedade, a propriedade privada está abolida para NOVE DÉCIMOS DE SEUS MEMBROS. Ela existe precisamente porque NÃO EXISTE PARA NOVE DÉCIMOS de seus membros. Criticai-vos por querermos suprimir uma propriedade que pressupõe, como condição necessária, que a imensa maioria da sociedade seja desprovida de toda propriedade*'' O DIREITO NACIONAL, A INVERSÃO DE LOCKE O pensamento de Locke aceito pela burguesia é com base na defesa onde todos os homens são iguais por natureza, o que implica o direito igualitário, ou seja, todos os homens tem sua liberdade natural sem que estejam submetidos a vontade e autoridade de outros homens e levando a conclusão chocante que a escravidão é legítima! A burguesia aceitou com muita satisfação esta nova “interpretação” ou inversão dos direitos humanos de Locke. ...

MARCO CIVIL DA INTERNET: ONDE NÃO EXISTE NEUTRALIDADE

O recorte dado por este texto ao debate sobre o marco civil da internet sustenta que tanto a via da neutralidade como da não–neutralidade da rede favorecem o capital. Ambos os caminhos percorrem as regras do livre mercado. A questão é identificar qual fração do capital irá prevalecer. Mas o objetivo do texto é o compreender algo oculto pela ideologia – como consciência falsa da realidade – durante o debate em curso sobre o marco civil da internet. Vá-se pelo início: O debate entre a neutralidade e a não-neutralidade do Marco Civil da Internet esconde que existe uma posição sempre favorável ao capital. O correto argumento em defesa da neutralidade da rede é no sentido de que ela impede a fragmentação do produto e do serviço de acesso à internet em “pacotes de transmissão de dados”. Explicando de modo inverso, a não-neutralidade visa apenas a criação de novos modelos de negócio, onde pessoas terão acesso a "pacotes" distintos por diferentes preços (e-mail e sites d...

QUEM TEM O DIREITO À CIDADE?

Será que os cidadãos já pararam para pensar o que acontece quando todos, ou boa parcela, resolve exercer o seu direito à cidade? Carlos Vainer aponta que uma cidade sob a ótica neoliberal ela tende a ser regida pelas necessidades gerais da acumulação e circulação do capital, portanto, nessas circunstâncias, o espaço para cidadania, solidariedade e direitos humanos não são prioridades, pelo contrário, é um incômodo para um sistema que apenas se preocupa com os lucros. As cidades passam a ser concebidas como se fossem “empresas” e não um espaço comum, fruto do coletivo e dos direitos (coletivos) econômicos, sociais e humanos. Os movimentos e manifestos em prol o exercício da cidadania e dos direitos sociais coletivos é a esperança que nos enche de utopia para continuar crendo que outra realidade social seria possível, que a lógica da acumulação seja quem sabe enfraquecida. E não custa nada sonhar, e utopia nos serve para não deixemos de caminhar (Eduardo Galeano) ...