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Mostrando postagens com o rótulo Mais valia

Charge: "As relações de trabalho" por Rubem Grilo, 1980

"As relações de trabalho"  por Rubem Grilo, 1980 Um dos aspectos que melhor caracterizam o capitalismo é a busca constante de lucro por parte dos proprietários dos meios de produção, que almejam a máxima acumulação de capital, por meio, sobretudo, da exploração de força de trabalho. Digitalização: Fernanda E. Mattos, autora e colunista do blog Um quê de Marx. Charge via: Geografia, espaço e vivência, Editora: Saraiva. São Paulo, 2013. 1º Ano Ensino Médio.  É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte.  Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

''O SISTEMA ECONÔMICO CAPITALISTA EM QUADRINHOS''- HQ

O quadrinho abaixo, serve como ponto de partida para a construção do conceito de capitalismo, acompanhados de reflexões e discussões sobre a sociedade em que vivemos. Em linhas gerais, o processo de construção de capitalismo pode começar a partir de exemplos das relações de trabalho capitalistas, da lógica de quem produz e de quem é dono dos meios de produção, da relação entre custo de produção e preço e venda dos produtos. Visualização em PDF, Via SlideShare Faça o download do quadrinho na versão PDF, c lique aqui.  Edição e organização: Fernanda E. Mattos, autora e colunista do Blog Um quê de Marx.  É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte. Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

PRIMEIRAS ANOTAÇÕES SOBRE “O CAPITAL NO SÉCULO XXI”, DE THOMAS PIKETTY. Parte I

PRIMEIRAS ANOTAÇÕES SOBRE “O CAPITAL NO SÉCULO XXI”, DE THOMAS PIKETTY. PARTE 1. Thomas Piketty é um economista francês que se tornou figura de destaque no meio acadêmico internacional com seu livro "O capital no século 21" (2013), no qual defende, através da análise de dados estatísticos, que o capitalismo possui uma tendência inerente de concentração de riqueza nas mãos de poucos. Sua obra mostra que, nos países desenvolvidos, a taxa de acumulação de renda é maior do que as taxas de crescimento econômico. 1. Um Esclarecimento: Este texto não tem maiores pretensões, senão o de antecipar algumas inquietações sobre o tão falado livro do francês Thomas Piketty, “O capital no Século XXI” (1). São três os pontos que, apressadamente, compartilhamos algum tipo de comentário: a) O autor não rompe com o modo de produção capitalista, pelo contrário, a solução apresentada para a desigualdade provocada pelo sistema capitalista se dá por dentro das regras do jogo ca...

"Foi contra os pobres, desocupados e vagabundos que a lei acabou voltando suas armas": CARACTERÍSTICAS DA ACUMULAÇÃO PRIMITIVA DO CAPITAL- Parte I

XV-XVI- AS FORÇA PRODUTIVAS: INOVAÇÕES E DESCOBRIMENTOS Pensemos a acumulação primitiva sob análise dos séculos XV e XVI, fase do capitalismo comercial, mercantilista, assim por dizer uma sociedade “pré-capitalista”,  em ascensão , novas formas e relações de produção , expansão do comércio marítimo, conquistas coloniais, novas rotas comerciais e etc. Cabe ressaltar que ao abordar os séculos mencionados acima, estamos falando em alguns países da Europa, pois o desenvolvimento e desmoronamento do sistema feudal se deu de modo desigual por todo o globo. A ACUMULAÇÃO PRIMITIVA DO CAPITAL Baseado nas ideias de Pierre Vilar, onde o mesmo baseia-se em Marx (sob influência das ideias de Weber), ao justificar a acumulação primitiva do capital na defesa tal acumulação se deu meio a crises, violências, desiquilíbrio,  que então marcaram o fim do feudalismo. Vejamos as primeiras formas que sustentou esta acumulação. • Expropriação agrária e proletarização das massas ...

MARX E O ÓDIO DA CIÊNCIA BURGUESA + AS BASES DO MARXISMO- V. I. LENIN

Imagem meramente ilustrativa-  Adam Smith foi um filósofo e economista escocês. Teve como cenário para a sua vida o atribulado século das Luzes, o século XVIII. É o pai da economia moderna, e é considerado o mais importante teórico do liberalismo econômico Qual seria o motivo para ciência burguesa hostilizar e odiar as ideias de Marx?  Para alguns, a resposta se torna óbvia, já para outros não precisamente, mas a resposta é simples. A ciência burguesa defende a exploração, a ciência liberal defende a escravidão assalariada e na contramão surge Marx e seus ideias opostos essas ciências, este é então o motivo de todo ódio e repúdio que parte da burguesia.  Marx declarou guerra total a escravidão, isso já é o motivo suficiente para explicar o ódio burguês contra a doutrina marxista. As três premissas da existência do marxismo consiste no Materialismo, Economia política (regime econômico) e a passagem do socialismo utópico para o científico que resulta...

#imagem #da #semana: GARIS EM GREVE -O que os trabalhadores têm a perder? Somente seus grilhões..disse Marx.

O que os trabalhadores têm a perder?  Somente seus grilhões..disse Marx. Com muito orgulho, a imagem da semana representa a luta da classe trabalhadora, o sinal máximo de que Marx é e sempre será atual e necessário. Greve dos garis- RJ #imagem #da #semana #blogumquedemarx SUGESTÃO DE LEITURAS SOBRE O TEMA O que tem de socialismo nas greves? ( clique aqui para fazer a leitura ) Por que os ricos não fazem greve? ( clique aqui para fazer a leitura ) GREVE: ''A INTERRUPÇÃO DA REPRODUÇÃO E ACUMULAÇÃO DO CAPITAL' ( clique aqui para faze a leitura ) A ATROFIA DO SINDICALISMO- O que é a luta operária? (c lique aqui para fazer a leitura )

Sob que hipótese seria possível a supressão do capitalismo? Por V. I. Lenin

No decorrer de minha leitura me deparei com a uma fala que considero de extrema importância, e devido suma importância,e compartilho com vocês leitores. O texto é baseado na obra: O imperialismo fase superior do capitalismo , de V. I.  Naturalmente se o capitalismo tivesse podido desenvolver a agricultura, que hoje em dia se encontra em toda parte enormemente atrasada em relação à indústria; se tivesse podido elevar o nível de vida das massas da população, a qual continua a arrastar (apesar do progresso da técnica), uma vida de subalimentação e de miséria. Se não existisse essas mazelas não haveria motivos para criticar o excedente de capital. * A hipótese da redução ou o fim da miséria e exploração possivelmente culminaria no fim do modo de produção capitalista, segundo Lenin, "capitalismo deixaria de ser capitalismo" pois todo esse desenvolvimento desigual  e a subalimentação  das massas gerado por este sistema, são características desse modo de pro...

TRÊS CARACTERÍSTICAS DO REGIME CAPITALISTA - Em suma: "um punhado de ricos possui tudo e uma grande quantidade de pobres que possuem apenas seu braços". por Nikolai Bukharin

TRÊS CARACTERÍSTICAS DO REGIME CAPITALISTA Bukharin elenca três elementos que caracterizam o modo capitalista de produção: as mercadorias, o monopólio (concentração e propriedade privada) dos meios de produção e o trabalho assalariado como terceiro elemento. 1. Mercadoria O produto se torna mercadoria quando não é produzido para atender a própria necessidade. O produto que é feito e destinado ao "mercado torna-se então uma mercadoria", efetiva-se como mercadoria após concluída o processo de compra e venda. Numa fábrica de botões produzem-se botões, mas esses milhões de botões são fabricados, não para serem pregados ao colete do fabricante, mas para venda: "tudo" o que é produzido na sociedade capitalista é para o mercado. * 2. Monopólio dos meios de produção Para que a produção se torne "capitalista" é preciso que os meios de se produzir (máquina, solo, propriedade, ferramenta e etc.) estejam concentrados nas mãos de som...

A DEMOCRACIA NA SOCIEDADE CAPITALISTA: A democracia burguesa não deixa de ser a "liberdade dos senhores fundada na escravidão" - por V I. LENIN

Ilustração via: Capitalismo para principiantes.  Nesta parte do livro, Lenin em defesa das ideias de Marx, deixa explícito o fato de que a para que o sistema capitalista seja substituído pelo comunista, é necessário um período histórico de transição política . Onde o Estado deixa de ser burguês e passa a ser proletário. Atentamo-nos aqui ao fato da democracia burguesa. A DEMOCRACIA BURGUESA NÃO DEIXA DE SER A "LIBERDADE DOS SENHORES FUNDADA NA ESCRAVIDÃO" [...] A sociedade capitalista, considerada nas suas mais favoráveis condições de desenvolvimento, oferece-nos uma democracia mais ou menos completa na República democrática. Mas, essa democracia é sempre comprimida no quadro estreito da exploração capitalista: no fundo, ela não passa nunca da democracia de uma minoria, das classes possuidoras, dos ricos. * A liberdade na sociedade capitalista sempre foi e continua a ser, mais ou menos, o que foi nas repúblicas da Grécia antiga: uma liberdade de senhores ...

O PAPEL DA IMPRENSA AO NOTICIAR AS GREVES

Como já se sabe, a mídia burguesa junto as "associações das classes conservadoras", propositalmente procuram distorcer e exagerar a amplitude e a significação de movimentos grevistas, e com o intuito de reforçar o poder do "mando" dos grupos dominantes. Vejamos abaixo quais são os papéis assumidos pela mídia burguesa, cito: "Servem-lhes não só para elevar os preços das mercadorias, como para elevar igualmente a compreensão política sobre as massas, exigindo leis favoráveis ao capital estrangeiro, estreitando os laços de aliança com os agentes do imperialismo, e principalmente, criando um clima de antipatia social contra os grevistas" ___________ Postagem baseada:  Por que os ricos não fazem greve?- Obra de Alvaro V. Pinto. Texto síntese: blog um quê de Marx. É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte. Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional...

O MONOPÓLIO Por V. I. LENIN (O imperialismo)

"Algumas dezenas de empresas são tudo, os milhões de pequenas empresas não são nada"   Lenin em sua obra "O imperialismo, especificamente no primeiro capítulo, onde aborda a concentração da produção e o monopólio em países como a Alemanha, Grã-Bretanha e Estados Unidos. Aqui enfatizo a ideia de resgatarmos a indiscutível atualidade dos escritos de Lenin. Mas que lições então poderíamos tirar dessas ideias? Vejamos.. A contemporaneidade não deixa de existir o fato da concentração e monopólio, cada vez mas acirrados - é como se Lenin escreve para nossa época, alertando os fatores da concentração global de grandes (poucas) empresas. Este fato faz com que o monopólio se torne um fenômeno importantíssimo para a economia capitalista. Voltemos iniciar este diálogo com a frase acima escrita: "Algumas dezenas de empresas são tudo, os milhões de pequenas empresas não são nada". Lenin inicia falando da Alemanha e Estados Unidos (década de 191...