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Mostrando postagens com o rótulo Marxismo

Dicionário Marxista — "Conceito e metáfora sobre a base e superestrutura''

Dicionário Marxista: "Conceito e metáfora sobre a base e superestrutura'' A metáfora do edifício- base (infra-estrutura) e superestrutura-  é usada por Marx e Engels para apresentar a ideia de que a estrutura econômica da sociedade (a base ou infra-estrutura) condiciona a existência e as formas do Estado e da consciência social (a superestrutura). Uma  das primeiras formulações dessa ideia surge na primeira parte de "A ideologia alemã", onde há referência à "organização social que nasce diretamente da produção e do comércio, a qual, em todas as épocas, constitui a base do Estado, e do resto da superestrutura das ideias". Ilustração sobre a metáfora da "base e superestrutura"-  Fonte da figura: Google Imagens.  Mas, as noção de superestrutura não é usada apenas para indicar dois níveis da sociedade que são dependentes, ou seja, o Estado e a consciência social. Pelo menos uma vez, na terceira parte de o "Dezoito Brumário de L...

"O BOLCHEVIQUE (1920)'' Pintura de Boris Kustodiev

"O BOLCHEVIQUE (1920)'' Pintura de Boris Kustodiev, pertencente ao acervo de State Tretyakov, Moscou.  Fonte da figura:  Manual do professor, Editora Scipione, História 8º ano. Digitalização: Fernanda E. Mattos, autora e colunista do Blog Um quê de Marx.  É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte. Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

Geografia e Marxismo por Ruy Moreira- Texto publicado na revista eletrônica: GEOgraphia - Ano. 6 - NQ I I - 2004

Geografia e Marxismo por Ruy Moreira- Texto publicado na revista eletrônica: GEOgraphia - Ano. 6 - NQ I I - 2004 Upload do texto: Fernanda E. Mattos, autora e colunista do Blog Um quê de Marx. É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte. Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

CAPITALISMO E EDUCAÇÃO: "Educar para além da lógica global"

Crítica aos intelectuais da educação e seus pensamentos reformistas.  "A educação para além do capital" é uma excelente crítica de István Mészáros para compreensão da lógica global e sua influência (consequências) na educação, tal lógica também pode ser chamada de (neo)liberalismo econômico, capitalismo entre outros termos.  Mészáros, no primeiro capítulo, defende a ideia uma mudança radical na estrutura vigente, para que não haja possibilidades das das mesmas "continuarem intactas", não há espaço para reformas, a mudança deve ser drástica, pois o "reformismo "remete a continuação da ordem e não  o que muitos intelectuais defende e acreditam: que haverá que haverá radical transformação. O autor nos atenta ao fato de que, tal "ordem global" acaba sendo despercebida por uma grande  parcela da população, onde muitos não conseguem enxergar ou discernir "a mão invisível do mercado" agindo, ditando regras, leis, nas quais infl...

A CONCEPÇÃO MARXISTA DE ESTADO PARTE III: MARX E ENGELS SOBRE O ESTADO, O PARLAMENTO E AS ELEIÇÕES.

A CONCEPÇÃO MARXISTA DE ESTADO PARTE III- MARX E ENGELS SOBRE O ESTADO, O PARLAMENTO E AS ELEIÇÕES. Parte conclusiva da série de artigos “A concepção marxista de Estado”. Após a parte 1 ter argumentado que o socialismo a ser realizado tenha no período de transição a construção de um Estado a distância, pois ele deverá ser paulatinamente extinto; e a parte 2 ter argumentado que nada mais equivocado do que um sentimento de entusiasmo absoluto e exclusivo pelo Estado (estadolatria), o presente texto quer avançar no tema debatendo quais serias as ações e diretrizes da classe revolucionária no Estado burguês, de modo a submeter à crítica o Estado, o Parlamento e as Eleições a título de considerações finais. O assunto é oportuno e demonstra sua vitalidade e relevância nesses tempos de crônica contrarrevolução e anacrônica vigência do sistema do capital. Ao longo de sua vida política, Marx e Engels sempre defenderam que a classe trabalhadora, independentemente da sua dimensão e...

''O SOCIALISMO ARROGANTE'': A crítica sobre o marxismo ocidental

Enquanto isso, na maioria das cidades, campos e empresas brasileiras não existe sequer uma frente única com base no movimento sindical e classista, e nem mesmo as atuais centrais sindicais e populares, que são governistas ou semi, perderam significativo poder institucional-clientelista ou mesmo foram destituídas das direções mais importantes. Enfim: logicamente que não estamos num processo de revolução social (tomada do poder nas fábricas, terras e etc. onde a força de trabalho começa a não ser mais trocada enquanto mercadoria), e nem mesmo num período pré-revolucionário (para isso é requisito existir, no mínimo, as três ferramentas da guerra de classes que são partido, exército e frente, ou equivalentes). E até mesmo, menos ainda num processo de restauração do regime ditatorialista/neofascista (fim da democracia burguesa constituída em 1988, ou mesmo, golpe de Estado em marcha contra o governo Dilma Rousseff), como alguns comentam. SINALIZANDO MAIS PARA O AMARELO:...