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Mostrando postagens com o rótulo Classes

"Não se pode confundir a posição de classe com a quantidade de dinheiro que se ganha"

"Não se pode confundir a posição de classe com a quantidade de dinheiro que se ganha". A luta das classes antagônicas, por @EnekoHumor.  Iniciemos a reflexão, com a citação abaixo: A divisão de classes não está fundamentada nem na magnitude da fortuna, nem na renda. O sentido grosseiro transforma a distinção de classes segundo o tamanho da carteira do indivíduo. A medida da carteira é uma diferença apenas quantitativa, porque sempre se pode jogar um indivíduo da mesma classe contra outro (...) (Beluche¹, 2002 p.115) Por outro lado, tampouco a classe social deve ser confundida com a profissão. Dentro de cada classe existe uma infinidade de profissões. “São as classes que influem na predileção das profissões”. Mas, um burguês não será serralheiro ou carpinteiro. Se um operário quiser virar burguês, não há nada que o proíba, basta ter dinheiro e controlar os meios de produção. Há os setores intermediários entre as classes, ou na mesma classe. Um soldador d...

CHARGE/ILUSTRAÇÃO: "Tomar el cielo por asalto": por Eneko #04

Frase dita por de Pablo Iglesias, pronunciada em um congresso, inspirado por Marx e suas aspirações da Comuna de Paris. O artista Eneko de las Heras, possui  perfil em apenas uma única rede social, no Twitter.  Clique aqui  e acesse.  É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte.  Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

CHARGE/ILUSTRAÇÃO: "A luta de classes", por Eneko #02

CHARGE/ILUSTRAÇÃO: "A luta de classes", por Eneko #02 O artista Eneko de las Heras, possui  perfil em apenas uma única rede social, no Twitter.  Clique aqui  e acesse.  É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte.  Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

CHARGE/ILUSTRAÇÃO: "As classes sociais", por Eneko #03

CHARGE/ILUSTRAÇÃO: "As classes sociais", por Eneko #03 O artista Eneko de las Heras, possui  perfil em apenas uma única rede social, no Twitter.  Clique aqui  e acesse.  É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte.  Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

CHARGE/ILUSTRAÇÃO- "A consciência de classe", por ENEKO #01

CHARGE/ILUSTRAÇÃO- "A consciência de classe", por ENEKO #01 O artista Eneko de las Heras, possui  perfil em apenas uma única rede social, no Twitter. Clique aqui e acesse.  É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte.  Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

“A concorrência dos indivíduos” [texto + ilustração]

“ A concorrência dos indivíduos ¹” A concorrência isola os indivíduos uns conta os outros, não apenas burgueses, mas ainda mais os proletários, e isso a despeito de agregá-los (trazer junto a tal modo a compor um mundo). A sociedade capitalista é altamente competitiva. Desde o berço vivemos para competir, não para compatir. Num país capitalista “em desenvolvimento”, com um mercado de trabalho mais restrito, a competição torna-se ainda mais feroz. A sociedade vira um enorme ringue de vale-tudo, onde as pessoas se enfrentam segundo as regras da competição capitalista. As pessoas ao serem menos competitivas, podem vir a ser mais solidárias.  Daí que demore muito tempo até que esses indivíduos possam se unir, além do que os meios necessários para essa união – a fim de não ser meramente local, as grandes cidades industriais e as comunicações baratas e rápidas, têm primeiro de ser estabelecidos pela grande indústria, e por isso só ao cabo de...

"Aos homens da Inglaterra" - Poesia sobre a luta dos trabalhadores ingleses frente a exploração

POESIA SOBRE A LUTA DOS TRABALHADORES INGLESES FRENTE A EXPLORAÇÃO “ Aos homens da Inglaterra”    Homens da Inglaterra, por que arar para os senhores que vos mantém na miséria? Por que torcer com esforço e cuidado as ricas roupas que vossos tiranos vestem? Por que alimentar, vestir e poupar, do berço até o túmulo, esses parasitas ingratos que exploram vosso suor- ah, que bebem vosso sangue? Por que abelhas da Inglaterra, forjar muitas armas, cadeias e açoites para que esses vagabundos possam desperdiçar o produto forçado do vosso trabalho? Tendes, acaso, ócio, conforto, calma, abrigo, alimento, bálsamo gentil do amor? Ou o que é que comprais a tal preço com vosso sofrimento e com vosso temor? A semente que semeais, outro colhe. A riqueza que descobris, fica com outro. As roupas que teceis, outro veste. As armas que forjais, outro usa. Semeai- mas que o tirano não colha. Produzi riqueza- mas que o impostor não a guard...

"Sem pão e sem trabalho" (Sin pan y sin trabajo) uma possibilidade após golpes e reformas contra a classe trabalhadora brasileira

"Sem pão e sem trabalho" (Sin pan y sin trabajo): Uma possibilidade após golpes e reformas contra a classe trabalhadora brasileira Sem pão e sem trabalho (Sin pan y sin trabajo).  Cárcova, Ernesto de la. Argentina, Buenos Aires, 1866  Quando me deparei com a obra de Ernesto Cárcova, imediatamente identifiquei a situação pela qual estamos sujeitos, nós trabalhadores brasileiros, entregues nas mãos de um governo ilegítimo, golpista e que aliado a  alta burguesia, vem atentando contra os direitos da classe trabalhadora brasileira.  "Sem pão e sem trabalho" é o primeiro quadro de tema obreiro com intenção de crítica social na arte Argentina. Partindo do momento de sua exibição há sido uma peça emblemática da arte nacional: comentado, reproduzido, citado e reapropriado por sucessivas gerações de artistas, historiadores e críticos até a atualidade. Foi pintado por Ernesto de la Cárcova em Buenos Aires ao regresso de sua viajem de estudos em Turim ...

Charge: "As relações de trabalho" por Rubem Grilo, 1980

"As relações de trabalho"  por Rubem Grilo, 1980 Um dos aspectos que melhor caracterizam o capitalismo é a busca constante de lucro por parte dos proprietários dos meios de produção, que almejam a máxima acumulação de capital, por meio, sobretudo, da exploração de força de trabalho. Digitalização: Fernanda E. Mattos, autora e colunista do blog Um quê de Marx. Charge via: Geografia, espaço e vivência, Editora: Saraiva. São Paulo, 2013. 1º Ano Ensino Médio.  É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte.  Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

CHARGE: A indústria e a alienação do trabalho

A indústria e a alienação do trabalho A charge de Caulos, de 1976, apresenta uma crítica bem humorada ao processo de alienação do trabalho sofrido pelos operários nas fábricas. Fonte original: Caulos. Só dói quando eu respeiro. Porto Alegre: L&PM, 1976.p. 65. Digitalização: Fernanda E. Mattos, autora e colunista do blog Um quê de Marx. É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte. Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

"A carta do povo", manifesto enviado ao Parlamento inglês em 1838

"A carta do povo", o manifesto enviado ao Parlamento inglês em 1838. "A carta do povo", símbolo da organização política operária inglesa.  A influência do cartismo A influência do movimento cartista foi, portanto, decisiva para o surgimento do "comunismo operário". O cartismo, por sua vez, testemunha o impetuoso surgimento da classe operária no cenário social europeu¹.  Glossário Censitário: critério que exige uma determinada renda particular do processo eleitoral. Subversivo: que expressa ideias e opiniões buscando a transformação da ordem estabelecida. Texto síntese e Org. Fernanda E. Mattos, autora e colunista do Blog Um quê de Marx Blog. Postagem baseada na coleção: História, Editora: Iscipione. ¹ Referência utilizada da Introdução de: "Manifesto comunista" p.12. Editora: Boitempo. É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte. Crea...

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL: ''Transformações da sociedade e nas relações de trabalho'' - PARTE I

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL: ''Transformações da sociedade e nas relações de trabalho''- Parte I Litografia colorida de Alphonse Dauseau mostra a cidade de Lymington, na Inglaterra por volta de 1840. A presença das fábricas começa a alterar a paisagem rural.  Mudanças na sociedade A partir do início do século XIX, o processo de industrialização e urbanização acarretou profundas transformações na estrutura da sociedade inglesa. Os que mais sofreram com o processo de adaptação ao novo ritmo de vida e trabalho foram os operários urbanos. As dificuldades de adaptação dessas pessoas aumentavam em rezão das precárias condições de moradia e saneamento em razão das cidades.  A nascente classe média urbana era formada por grupos ligados às atividades industriais, comerciais e financeiras e, também, por profissionais como advogados, médicos, professores. A classe média foi muito beneficiada pela Revolução Industrial. Guache sobre o papel: Locomotiva carregada de carvão pa...

Dicionário Marxista — "Conceito e metáfora sobre a base e superestrutura''

Dicionário Marxista: "Conceito e metáfora sobre a base e superestrutura'' A metáfora do edifício- base (infra-estrutura) e superestrutura-  é usada por Marx e Engels para apresentar a ideia de que a estrutura econômica da sociedade (a base ou infra-estrutura) condiciona a existência e as formas do Estado e da consciência social (a superestrutura). Uma  das primeiras formulações dessa ideia surge na primeira parte de "A ideologia alemã", onde há referência à "organização social que nasce diretamente da produção e do comércio, a qual, em todas as épocas, constitui a base do Estado, e do resto da superestrutura das ideias". Ilustração sobre a metáfora da "base e superestrutura"-  Fonte da figura: Google Imagens.  Mas, as noção de superestrutura não é usada apenas para indicar dois níveis da sociedade que são dependentes, ou seja, o Estado e a consciência social. Pelo menos uma vez, na terceira parte de o "Dezoito Brumário de L...

Dicionário Marxista: O conceito de Classe Dominante

Dicionário Marxista: O conceito de Classe Dominante A classe que detém o poder material dominante também é o poder espiritual dominante. É este sentido que Marx e Engels iniciam ao III capítulo da obra A ideologia alemã. A expressão classe "dominante" abrange duas noções, que Marx e Engels distinguiam, embora não as tivessem explicado sistematicamente.  A primeira é uma classe economicamente dominante que, em virtude de sua posição econômica, domina e controla todos os aspectos da vida social.  Em "A ideologia alemã (v. I, IA2) essa ideia é expressa da seguinte maneira: As ideias dominantes, isto é, a classe que é a força material dominante na sociedade é, ao mesmo tempo, sua força intelectual.  A segunda noção é a a de que a classe dominante, para manter e reproduzir o modo de produção e as formas de sociedade existentes, deve necessariamente exercer o poder de Estado, isto é, dominar politicamente. BURGUESIA PÓS REV. INDUSTRIAL- Figura: segunda ...