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Mostrando postagens com o rótulo Estado

CHARGE Burguesia: "- O Estado sou eu"

CHARGE: Burguesia: "- O Estado sou eu" Ilustração: Capitalismo para principiantes. Carlos Eduardo Novaes. página: 60.  SÍNTESE E PUBLICAÇÃO: FERNANDA E .  MATTOS,  AUTORA E COLUNISTA DO BLOG UM QUÊ DE MARX.  Esta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte.  Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

Dicionário Marxista: O conceito de Classe Dominante

Dicionário Marxista: O conceito de Classe Dominante A classe que detém o poder material dominante também é o poder espiritual dominante. É este sentido que Marx e Engels iniciam ao III capítulo da obra A ideologia alemã. A expressão classe "dominante" abrange duas noções, que Marx e Engels distinguiam, embora não as tivessem explicado sistematicamente.  A primeira é uma classe economicamente dominante que, em virtude de sua posição econômica, domina e controla todos os aspectos da vida social.  Em "A ideologia alemã (v. I, IA2) essa ideia é expressa da seguinte maneira: As ideias dominantes, isto é, a classe que é a força material dominante na sociedade é, ao mesmo tempo, sua força intelectual.  A segunda noção é a a de que a classe dominante, para manter e reproduzir o modo de produção e as formas de sociedade existentes, deve necessariamente exercer o poder de Estado, isto é, dominar politicamente. BURGUESIA PÓS REV. INDUSTRIAL- Figura: segunda ...

CHARGE: Mais uma sobre o Estado burguês

Mais uma sobre o Estado burguês... "A força emana do povo",   em sua versão original, ocupa posição de destaque na Constituição de 1988, logo no Artigo 1º, parágrafo único: “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. E quando o Estado é o comitê da burguesia?  Publicação organizada por: Fernanda E. Mattos, autora e colunista do Blog um quê de Marx.  É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte. Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

A INVISIBILIDADE DA SITUAÇÃO SOCIAL BRASILEIRA: COMO ENTENDER UM PAÍS MANIPULADO PELO 1% DA POPULAÇÃO MAIS RICA

A INVISIBILIDADE DA SITUAÇÃO SOCIAL BRASILEIRA “A realidade social não é visível a olho nu, o que significa que o mundo social não é transparente aos nossos olhos” Esta síntese, é uma crítica da consciência social conservadora que impera até hoje no Brasil. E os poucos que controlam tudo, precisam intelectuais e profissionais capacitados e prontos para distorcerem a realidade. Acredite! Há profissionais engajados para que você enxergue a realidade social de acordo os interesses da classe hegemônica. Há aqueles que escondem, distorcem e mascaram a vida cotidiana, mentindo sobre a real forma do mundo social. Nas sociedades do passado o privilégio era aberto e religiosamente motivado: alguns tinham “sangue azul” por decisão supostamente divina, o que legitimava terem acesso a todos os privilégios injustos. Isso significa que os privilégios injustos do hoje não podem aparecer, como privilégio, mas como exemplo, "motivo pessoal" de indivíduos mais capacitado...

CHARGE COMENTADA: Seria Marx um antissemita?

CHARGE COMENTADA: O mito do Marx antissemita Eis o grosseiro anacronismo afirma que Marx teve uma postura antissemita. Marx não concorda com a ideia de que exista “um povo eleito, o povo escolhido”- e mesmo nesta condição Marx apoia a luta dos judeus por suas colônias e emancipação. A defesa real é a separação do Estado da religião (sua emancipação), seja no judaísmo, cristianismo e etc., o Estado deve ser laico para que nele se manifeste todos os tipos de credos. “Não se trata de ser um fundamentalismo ateísta ou laico, a defesa se dá pela liberdade de qualquer culto”.  Postagem: Fernanda E. Mattos, autora e colunista do Blog Um quê de Marx. Charge: Livro "Marx, Manual de Instruções", de Daniel Bensaïd, traz caricaturas feitas por Stéphane Charbonnier, o Charb. É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte. Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional . ...

Introdução a teoria do Estado: A Gênese do Estado parte I

O Estado surge como "forma de intervenção", houve a necessidade da existência do mesmo, no qual representou a ruptura entre a "civilização e a barbárie", também conhecido como clássico rompimento paradigmático. E as partes de sua existência se deu de várias formas, aqui faremos uma breve reflexão acerca das formas do Estado que se estabeleceram conforme os períodos da história. Lembrando que a existência do Estado é inerente a história e as várias formas em que se manteve (e mantém) as relações sociais.  O ESTADO DAS ANTIGAS CIVILIZAÇÕES Estado Oriental ou Tecnocrático: É uma forma de Estado das antigas civilizações, sendo o mesmo regido pelos valores da família, religião, elementos esses intrinsecamente  enraizados no corpo do Estado, onde o mesmo representava um "confuso conjunto da moral familiar e religiosa.   A Pólis grega eram as cidades-Estado da Grécia Antiga, cidades que possuíam independência, liberdade e autonomia política...

A LUTA DE CLASSES NA ALEMANHA- Marx e Engels- Parte I: "O REI DA PRÚSSIA E AS REFORMAS SOCIAIS"

CONTEXTO HISTÓRICO DA PRÚSSIA Historicamente o território da Prússia foi adquirido à Polônia, pelos tratados de Wehlau (1657) e Oliva (1660) por Frederico Guilherme de Hohenzollern, o Grande Eleitor de Brandenburgo (1640-1688), que conseguiu a libertação do ducado da suserania da Polônia e o reconhecimento de sua soberania, que logo se efetivou (1662), com a submissão da nobreza. Aos territórios iniciais logo se acrescentariam outros como os condados de Clève e Mark, na Renânia, e o condado do Ravensburg, no Weser.  Assim o território foi elevada a reino (1701), tendo como rei Frederico I ou Frederico III de Brandemburgo, Eleitor de Brandenburgo (1688-1701), embora a imposição definitiva tenha vindo após a posse de Frederico Guilherme I (1713). Foi esse um administrador dedicado e severo, que dotou o país de um excelente exército, o terceiro da Europa, depois da Rússia e da França, e levantou a economia do reino principalmente com a indústria de lã com que vestia o exército. ...

SOBRE O ESTADO LIBERAL: "Sem individualismo não há liberalismo"

Talvez o que possa vir a causar uma confusão é que por levar a nomenclatura de ''Estado Liberal'', o sujeito deva imaginar que todos os direitos e garantias individuais e o pleno direito a democracia estão a salvo sob o regime deste Estado. Esta postagem vem   com o intuito de discutir que "não necessariamente um Estado Liberal venha a ser democrático". É um texto bem resumido e sucinto, servindo de fomento para a reflexão acerca de que nossas escolhas políticas estão automaticamente ligadas à "uma estrutura estatal" adotada por determinado partido. Acredito que um dos grandes problemas de nosso país, referente a alienação política, se dá pela desinformação a falta de conhecimento mais aprofundado sobre as formas de existência do Estado, suas características e a quem o mesmo representa. "Sem individualismo não há liberalismo" Grandes liberdades e poder no liberalismo devem ser considerados como antíteses . Imagine duas pessoas...

DIANTE DO PROCESSO ELEITORAL TORNA-SE IMPORTANTE RECORDAR A DIFERENÇA DE CONCEPÇÕES DE ESTADO ENTRE AS CIÊNCIAS SOCIAIS, POLÍTICAS E O SOCIALISMO.

DIANTE DO PROCESSO ELEITORAL TORNA-SE IMPORTANTE RECORDAR A DIFERENÇA DE CONCEPÇÕES DE ESTADO ENTRE AS CIÊNCIAS SOCIAIS, POLÍTICAS E O SOCIALISMO. E assim surge o Estado moderno... É famosa a escrita de Karl Marx e Friedrich Engels no Manifesto Comunista de que "O governo do estado moderno não é senão um comitê para gerir os negócios comuns de toda a classe burguesa" (1) . Ou seja, o Estado moderno é o Estado da classe dominante - dos grandes capitalistas. De fato,   Engels argumenta que o Estado desde a sua origem sempre foi o Estado da classe dominante, e seu principal objetivo era garantir regra benéfica à determinada classe: “Como o Estado nasceu da necessidade de manter os antagonismos de classe, mas também surgiu no meio da luta entre as classes, é, normalmente, o Estado da mais poderosa, economicamente dominante, classe, que por seu intermédio se torna também a politicamente dominante classe. E assim adquire novos...