Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Sociedade

“A crise do ensino público” – por ISTVÁN MÉSZÁROS

“A crise do ensino público” – por ISTVÁN MÉSZÁROS Seria uma ingenuidade, não perceber que a crise do ensino público se arrasta e é fruto de u projeto político e econômico.  Este sistema é o mais desigual de todas já existentes na história, e ainda nos faz crer que somos todos iguais perante a lei, e o papel de convencimento está no sistema ideológico que proclama e inculque cotidianamente tais valores na mente das pessoas. “No reino do capital, a educação é, ela mesma, uma mercadoria” p.16. Isso explica a crise do ensino no sistema público, onde as demandas do capital pressiona e controla os investimentos públicos na educação. No livro: “O mundo ao avesso”,autor uruguaio, Eduardo Galeano, fala sobre a interferência do Banco Mundial na educação pública, vejamos: “O Banco Mundial chama a educação de “um investimento em capital humano”, o que, de seu ponto de vista, é um elogio, mas, num informe recente, propõe como possibilidade reduzir os salários dos profess...

A classe hegemônica impõem uma educação para o trabalho alienado, segundo István Mészáros

A classe  hegemônica impõem uma educação para o trabalho alienado, segundo István Mészáros Aprender, desde que seja útil: Educar não é a mera transferência de conhecimentos, mas sim conscientização e testemunho de vida. É construir, liberar o ser humano de cadeias do determinismo neoliberal. Ilustração: Capitalismo para principiantes. Carlos Eduardo Novaes. página:181.  Mészáros defende uma educação que supere a lógica do capital, que por sinal, é um fator que nos torna ainda mais individualistas. Segundo Gramsci, “educar é por fim à separação entre o Homo faber e o Homo sapiens”, e possibilitar uma educação emancipatória. Que a educação não fique estrita somente no campo da pedagogia, mas de sair às ruas, para os espaços públicos, e abrir-se para o mundo. Para o autor, a educação poderia ser uma alavanca essencial para a mudança, porém, infelizmente, “tornou-se instrumento dos estigmas da sociedade capitalista: fornecer conhecimentos e o pessoa...

CHARGE/ILUSTRAÇÃO: "Tomar el cielo por asalto": por Eneko #04

Frase dita por de Pablo Iglesias, pronunciada em um congresso, inspirado por Marx e suas aspirações da Comuna de Paris. O artista Eneko de las Heras, possui  perfil em apenas uma única rede social, no Twitter.  Clique aqui  e acesse.  É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte.  Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

CHARGE/ILUSTRAÇÃO: "A luta de classes", por Eneko #02

CHARGE/ILUSTRAÇÃO: "A luta de classes", por Eneko #02 O artista Eneko de las Heras, possui  perfil em apenas uma única rede social, no Twitter.  Clique aqui  e acesse.  É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte.  Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

CHARGE/ILUSTRAÇÃO: "As classes sociais", por Eneko #03

CHARGE/ILUSTRAÇÃO: "As classes sociais", por Eneko #03 O artista Eneko de las Heras, possui  perfil em apenas uma única rede social, no Twitter.  Clique aqui  e acesse.  É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte.  Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

FILME: "O Jovem Karl Marx"- Veja o trailer e assista online

Trailer oficial: "O Jovem Karl Marx"   (Le jeune Karl Marx) Chega ao Brasil o tão esperado lançamento cinematográfico O Jovem Karl Marx (Le jeune Karl Marx), dirigido pelo haitiano Raoul Peck, co-escrito com o francês Pascal Bonitzer. Sua primeira exibição foi em fevereiro deste ano no 67º Berlin International Film Festival, e recebe suas primeiras críticas do colunista Peter Bradshaw do jornal britânico The Guardian, que avalia em quatro das cinco estrelas. Trailer legendado em PT CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR NO VIMEO É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte.  Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .  

Biografia de Friedrich Engels em cordel

Biografia de Friedrich Engels em cordel -  PARTE I Ilustração original da capa do livro citado como referência. EU VOU DESCREVER EM VERSOS A BIOGRAFIA SEGUINTE  DE FRIEDRICH ENGELS NASCIDO EM CERTO REQUINTE EM VINTE E OITO DE NOVEMBRO DE MIL OITOCENTOS E VINTE POR UMA FINALIDADE SURPREENDENTE SEM IGUAL O SEU PAI ERA UM BEM SUCEDIDO INDUSTRIAL DESCENDENTE DE JUDEUS E AMANTE DO CAPITAL ENGELS NASCEU EM BARMEN ONDE CRESCEU E, FATÍDICO, NUM IDEALISMO SENSATO, FOI MILITANTE POLÍTICO E, GENIAL, CO-FUNDADOR DO SOCIALISMO CIENTÍFICO COM MARX COLABOROU NA FEIÇÃO DA TEORIA DO ENTÃO MATERIALISMO  HISTÓRICO QUE TECIA SOB A LUZ DA DIALÉTICA PARA DAR MAIS GARANTIA COM MARX ELE SOFRIA COM A DOR DOS OPERÁRIOS AS CONDIÇÕES DE TRABALHO E OS MISERÁVEIS SALÁRIOS E TANTAS DESIGUALDADES NOS MEIOS SOCIETÁRIOS PENSAVA: SE TUDO MUDA COMO PODEM OS OPRESSORES ETERNIZAR GOVERNOS AUTOCRATAS, TRANSGRESSORES, PERPETUANDO A AGRESSÃO QUE SOFREM OS TRABALH...

“A concorrência dos indivíduos” [texto + ilustração]

“ A concorrência dos indivíduos ¹” A concorrência isola os indivíduos uns conta os outros, não apenas burgueses, mas ainda mais os proletários, e isso a despeito de agregá-los (trazer junto a tal modo a compor um mundo). A sociedade capitalista é altamente competitiva. Desde o berço vivemos para competir, não para compatir. Num país capitalista “em desenvolvimento”, com um mercado de trabalho mais restrito, a competição torna-se ainda mais feroz. A sociedade vira um enorme ringue de vale-tudo, onde as pessoas se enfrentam segundo as regras da competição capitalista. As pessoas ao serem menos competitivas, podem vir a ser mais solidárias.  Daí que demore muito tempo até que esses indivíduos possam se unir, além do que os meios necessários para essa união – a fim de não ser meramente local, as grandes cidades industriais e as comunicações baratas e rápidas, têm primeiro de ser estabelecidos pela grande indústria, e por isso só ao cabo de...

APOIO A LEITURA DE O CAPITAL: #01 "A cadeira o valor de uso" - #MAISMARX

Iniciamos uma série de postagens à respeito do recente lançamento pela Boitempo Editorial, o livro chamado: ''MAIS MARX'', material didático, de apoio a leitura de d'O Capital, d e Karl Marx.   O capital como acumulação mudou de forma, mas o capital como relação social segue nas mesmas bases de 150 anos atrás.  #01 #MAISMARX: "A cadeira o valor de uso" "A utilidade de uma coisa faz dela um valor de uso"   Livro I p. 114 ilustração recortada, via mais marx, PÁGINA: 34  PUBLICAÇÃO: FERNANDA E .  MATTOS,  AUTORA E COLUNISTA DO BLOG UM QUÊ DE MARX. REFERÊNCIA: mais marx- livro i: polyluxmarx- valeria bruschi- EDITORA: BOITEMPO. PÁGINA: 34.  É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte.  Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

"Capitalismo para Totós"- Entenda o que é a flexibilidade [NÃO AO PL 4330]

''Capitalismo para Totós  - Entenda o que é a flexibilidade" "A tal da flexibilidade"  - termo utilizado geralmente no universo das relações laborais. a flexibilidade (laboral) é o termo enfeitado para dar corpo a várias aspirações do grande patronato, como forma de aprofundar a exploração. Há várias forma de  flexibilidade (laboral)  na terminologia capitalista: i.  a que se refere à flexibilidade do vínculo, sendo uma forma mais bonita de dizer "precariedade", mascarada pela falsa ideia de que essa flexibilidade do vínculo é resultante do "estilo de vida moderno" e que é mesmo desejada pelo trabalhador, porque "a malta jovem gosta é de poder andar de trabalho em trabalho, sem compromissos". Essa flexibilidade (dos vínculos), na verdade, beneficia apenas o patronato, na medida em que só o patronato tem limitações nas rescisões de contrato, podendo o trabalhador provocá-la a qualquer altura. ii.  a que se refere à fl...

"Sem pão e sem trabalho" (Sin pan y sin trabajo) uma possibilidade após golpes e reformas contra a classe trabalhadora brasileira

"Sem pão e sem trabalho" (Sin pan y sin trabajo): Uma possibilidade após golpes e reformas contra a classe trabalhadora brasileira Sem pão e sem trabalho (Sin pan y sin trabajo).  Cárcova, Ernesto de la. Argentina, Buenos Aires, 1866  Quando me deparei com a obra de Ernesto Cárcova, imediatamente identifiquei a situação pela qual estamos sujeitos, nós trabalhadores brasileiros, entregues nas mãos de um governo ilegítimo, golpista e que aliado a  alta burguesia, vem atentando contra os direitos da classe trabalhadora brasileira.  "Sem pão e sem trabalho" é o primeiro quadro de tema obreiro com intenção de crítica social na arte Argentina. Partindo do momento de sua exibição há sido uma peça emblemática da arte nacional: comentado, reproduzido, citado e reapropriado por sucessivas gerações de artistas, historiadores e críticos até a atualidade. Foi pintado por Ernesto de la Cárcova em Buenos Aires ao regresso de sua viajem de estudos em Turim ...

Charge: "As relações de trabalho" por Rubem Grilo, 1980

"As relações de trabalho"  por Rubem Grilo, 1980 Um dos aspectos que melhor caracterizam o capitalismo é a busca constante de lucro por parte dos proprietários dos meios de produção, que almejam a máxima acumulação de capital, por meio, sobretudo, da exploração de força de trabalho. Digitalização: Fernanda E. Mattos, autora e colunista do blog Um quê de Marx. Charge via: Geografia, espaço e vivência, Editora: Saraiva. São Paulo, 2013. 1º Ano Ensino Médio.  É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte.  Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

CHARGE: A indústria e a alienação do trabalho

A indústria e a alienação do trabalho A charge de Caulos, de 1976, apresenta uma crítica bem humorada ao processo de alienação do trabalho sofrido pelos operários nas fábricas. Fonte original: Caulos. Só dói quando eu respeiro. Porto Alegre: L&PM, 1976.p. 65. Digitalização: Fernanda E. Mattos, autora e colunista do blog Um quê de Marx. É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte. Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL: ''Transformações da sociedade e nas relações de trabalho'' - PARTE I

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL: ''Transformações da sociedade e nas relações de trabalho''- Parte I Litografia colorida de Alphonse Dauseau mostra a cidade de Lymington, na Inglaterra por volta de 1840. A presença das fábricas começa a alterar a paisagem rural.  Mudanças na sociedade A partir do início do século XIX, o processo de industrialização e urbanização acarretou profundas transformações na estrutura da sociedade inglesa. Os que mais sofreram com o processo de adaptação ao novo ritmo de vida e trabalho foram os operários urbanos. As dificuldades de adaptação dessas pessoas aumentavam em rezão das precárias condições de moradia e saneamento em razão das cidades.  A nascente classe média urbana era formada por grupos ligados às atividades industriais, comerciais e financeiras e, também, por profissionais como advogados, médicos, professores. A classe média foi muito beneficiada pela Revolução Industrial. Guache sobre o papel: Locomotiva carregada de carvão pa...