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Mostrando postagens com o rótulo Religião

CHARGE COMENTADA: Seria Marx um antissemita?

CHARGE COMENTADA: O mito do Marx antissemita Eis o grosseiro anacronismo afirma que Marx teve uma postura antissemita. Marx não concorda com a ideia de que exista “um povo eleito, o povo escolhido”- e mesmo nesta condição Marx apoia a luta dos judeus por suas colônias e emancipação. A defesa real é a separação do Estado da religião (sua emancipação), seja no judaísmo, cristianismo e etc., o Estado deve ser laico para que nele se manifeste todos os tipos de credos. “Não se trata de ser um fundamentalismo ateísta ou laico, a defesa se dá pela liberdade de qualquer culto”.  Postagem: Fernanda E. Mattos, autora e colunista do Blog Um quê de Marx. Charge: Livro "Marx, Manual de Instruções", de Daniel Bensaïd, traz caricaturas feitas por Stéphane Charbonnier, o Charb. É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte. Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional . ...

CHARGE COMENTADA: "A religião como ópio"- Ilustração: Stéphane Charbonnier, "Livro de Daniel Bensaïd" Boitempo Editorial

CHARGE COMENTADA: "A religião como o ópio" Para Marx são as condições sociais as responsáveis que criam necessidades da criação e crença de “supostos paraísos” artificiais, “a religião seria então a felicidade ilusória do povo”. É preciso deixar de lado alguns pré-conceitos a respeito das ideias de Marx referente a religião, a crítica da mesma  por Marx e Engels não se trata em hostilizar a religião, tanto é que em Engels no Manifesto comunista fala sobre o ateísmo ultrapassado (referente a alguns parisienses que queriam por todo custo transformar as pessoas em ateias).   Não levem a serio ao ponto de ser radical e abominar esta charge.. afinal nem todos são cristãos. nem todos são ateus, nem todos pensam igual, viva a liberdade de expressão, por um Estado mais laico. Esta postagem não tem o intuito de ofender nenhuma religião. Postagem: Fernanda E. Mattos, autora e colunista do Blog Um quê de Marx. Charge: Livro "Marx, Manual de Instr...

CHARGE: ''Marx em um diálogo com Deus''

Livro "Marx, Manual de Instruções", de Daniel Bensaïd, traz caricaturas feitas por Stéphane Charbonnier, o Charb. Não levem a serio ao ponto de ser radical e abominar esta charge.. afinal nem todos são cristãos. nem todos são ateus, nem todos pensam igual, viva a liberdade de expressão, por um Estado mais laico. Esta postagem não tem o intuito de ofendar nenhuma religião. Postagem: Fernanda E. Mattos, autora e colunista do Blog Um quê de Marx.  É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte. Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

George Carlin e as idiotices humanas

George Denis Patrick Carlin foi um humorista, comediante de stand-up, ator e autor norte-americano, vencedor de cinco Grammys. Caro (a) leitor (a), você talvez deva se perguntar o por quê de um blog que aborda temas da filosofia iria fazer uma postagem utilizando os dizeres e reflexões de um comediante norte-americano. Ora, a resposta é simples, George Carlin em minha concepção foi um cara que não teve a hipocrisia de esconder o que pensa sobre a sociedade, ou melhor, sobre as hipocrisias e atitudes imbecis que nós seres humanos estamos sujeitos. Abaixo elenco três considerações do comediante sobre algumas atitudes do ser humano, que o mesmo considera sendo tolas. TRÊS INDÍCIOS DA HIPOCRISIA HUMANA  Eu chamaria de hipocrisia número 1 Hipocrisia número 2 E por fim, a número 3 E aí? Nada mais filosófico do que essas três considerações (risos), claro, ao modo seco e hiper realista, essa verdad...

MARX E O CONCEITO DE SUPERESTRUTURA

SUPERESTRUTURA, O CONCEITO MARXISTA [Mafalda]- Quino e sua atualidade, permite que compreendamos que um grande enganos nós acharmos ''comandamos ou governamos", sendo nós a superestrutura em um governo típico burguês, onde empresários financiam campanhas. A superestrutura têm sido uma categoria polêmica dente os conceitos abordados por Marx. A superestrutura adquire o significado de uma organização para além da da esfera econômica e em torno da produção e distribuição, que contém outro tipo de fenômeno da vida social e por não se encaixar na estrutura e nem infraestrutura . Marx denomina por superestrutra, instituições como o Estado, a polícia, a igreja, o exército, os partidos, os sindicatos, o parlamento, são então os agentes da superestrutura, responsáveis pelo gerenciamento da sociedade, em outras palavras... "São grupos de homens que foram especializando-se em atividades não-econômicas, não-produtivas, destinados a administrar [...] surgiram especiali...

FOME: "A negação do malthusianismo"

A FOME NA IDADE MÉDIA Imagem ilustra a Peste Negra. Ao crescimento em termos econômicos e demográficos que a Europa sentira após o ano mil, seguiu-se um violento abalo desta estrutura a partir de finais do século XIII que só findaria no século XV. Trata-se de um período marcante, pois significa o advento do Renascimento e o aparecimento do Estado moderno. A fisionomia da Europa modifica-se em consequência das fomes, pestes e guerras que agitaram os poderes tradicionais e fizeram emergir novas formas de poder no Velho Continente, enquanto se perdia o último vestígio da Antiguidade com a queda do Império Romano do Oriente (1453, tomada de Constantinopla pelos turcos). Na sociedade feudal a fome era vista como "uma doença", uma praga e não se buscava compreender os fenômenos sociais que levavam ao fato da morte. Até meados do século passado a fome ainda tinha essa caracterização, era considerada como "um fator natural", sendo necessária para ...

OS ESTADOS UNIDOS CONTRA A AMÉRICA LATINA: " A única coisa que esperamos é sermos donos do mundo" - John Adams + O FRONT ANTIMARXISTA

John Adams Foi o segundo presidente dos Estados Unidos e, anteriormente, primeiro vice-presidente dos Estados Unidos. O título é dado mediante a frase do segundo presidente norte-americano John Adams, partimos então desta frase para compreendermos a verdadeira posição norte-americana perante a América Latina e todos seus povos e a natureza. Lembrando que os fatos aqui citados remetem a apenas m pequena parcela dos atos norte-americanos pelo continente. William Howard Taft foi o vigésimo sétimo presidente dos Estados Unidos, de 1909 a 1913, e mais tarde o décimo Chefe de Justiça dos Estados Unidos. Ele é a única pessoa a ter servido em ambos os escritórios. "RUMO AO IMPERIALISMO" Os EUA toma 50% do território mexicano além de se apropriar de outros parcelas de terras, como Cuba, Porto Rico e dividiram a Colômbia para controle do cana de Panamá (em 1898). Mas será que esse imperialismo parou por aí? Aproveito o assunto para ligar o fato da dominação...

Direitos Civis e Seres Humanos Egoístas, ainda sobre “A questão judaica”.

Resumo Imagem ilustrativa: Uma ilustração francesa de 1806 mostra  Napoleão Bonaparte  emancipando os judeus. No livro “A questão judaica”, Marx procura, dentre outras questões, criticar: (a) a noção de direitos civis (humanos) como separada do indivíduo que vive na sociedade; (b) a emancipação puramente política, que transforma a vida política em um simples meio a serviço da vida na sociedade civil, transformando o Estado político em uma esfera celestial ou imaginária; e (c) a própria sociedade civil enquanto esfera do egoísmo, de um mundo de indivíduos isolados (atomizados), com interesses particulares. Imagem ilustrativa. Judeus e o movimento pelos direitos civis dos negros nos EUA. O post da semana sobre “A questão judaica” chamado A Questão Judaica, a Emancipação Humana, a Bancada Evangélica e a Disputa do Poder Político fez o seguinte comentário em aberto: “existem outras questões derivadas do objeto emancipação política versus emancipação  humana...

A Questão Judaica, a Emancipação Humana, a Bancada Evangélica e a Disputa do Poder Político.

A Questão Judaica, a Emancipação Humana, a Bancada Evangélica e a Disputa do Poder Político. Nesta semana de debate sobre o livro    “A Questão Judaica”, busco refletir sobre alguma correlação entre o livro e a chamada bancada evangélica no nosso Congresso Nacional. Pois bem, formulo a reflexão da seguinte forma:   o que o tema travado no livro “A questão Judaica” serve de base para “uma leitura reflexiva” sobre a bancada evangélica do Congresso Nacional? Duas ligeiras explicações sobre este texto; (a) O objeto aqui é mostrar que Marx passa da “crítica à religião à crítica à política” e (b) apenas levantar teses para se submeter à crítica a bancada evangélica, com embasamento no livro “A questão judaica”. De princípio, não existe nenhuma correlação? Qual o mote de Marx no livro “A questão judaica” que possa    servir para análise daquele fato presente no Parlamento brasileiro? No plano mais geral,   esse livro reafirma a crítica sobre a d...