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ENGELS NA HISTÓRIA: 1845- A SITUAÇÃO DA CLASSE TRABALHADORA

Na Renânia há agitação. Reuniões e círculos comunistas multiplicam-se. Em maio de 1845, Engels publica seu próprio livro. A situação da classe trabalhadora na Inglaterra. A guerra social declarada [...]   "A guerra contra todos, onde permanecemos espantados com o fato de este mundo  enlouquecido ainda continuar funcionando" O artista francês Gustave Doré (1832-1883) foi um dos maiores ilustradores de todos os tempos, produziu mais de 120 obras. Era também pintor e escultor, mas suas pinturas e esculturas não tinham o mesmo sucesso que suas ilustrações. Entre as obras famosas destacam-se: A divina Comédia de Dante, Gargantua de Rabelais, Contos de Balzac, Dom Quixote de Cervantes, Paraíso Perdido de Milton, O Corvo de Edgar Allan Poe e a Bíblia. ''INDO ALÉM'' Para os curiosos (as) e amantes de aprendizagem, aqui vai um pouco mais sobre o tema da postagem '' Habitações Operárias: evolução das imagens de representação'' ...

MARX NA HISTÓRIA: ''1842- MARX, O JOVEM JORNALISTA''

Sob Freder Guilherme IV, a Prússia permanece um Estado reacionário e intolerante. Como a carreira universitária parece inacessível, os jovens intelectuais rebeldes dirigem-se para a imprensa. Em 1º de janeiro de 1842, surge em Colônia, sob a responsabilidade editorial de Moses Hess, o primeiro número da Gazeta Renana. Voltando de Berlim, o jovem dr. Marx faz aí, 23 anos, sua brilhante estreia como jornalista. Seus primeiros artigos sobre a liberdade de imprensa causam sensação. Em outubro, torna-se editor de jornal. Moses Hess traça, então, um retrato de muito elogioso e profético: "É um fenômeno que causou enorme impressão [...] Dr. Marx (esse é o nome do meu ídolo) é um homem muito jovem, de 24 anos no máximo. Ele dará na religião e na filosofia medieval um tiro de misericórdia. Imagine Rousseau, Lessing, Heine e Hegel fundidos no mesmo personagem- e terá dr. Marx" Rheinische Zeitung  (Gazeta Renana) é um jornal alemão do século XIX...

CAPITALISMO SELVAGEM- ''DEFINITIVAMENTE NÃO DEVE SER CONSIDERADO COMO UMA METÁFORA''

SOB MEU PONTO DE VISTA, O CAPITALISMO SELVAGEM NUNCA FOI UMA METÁFORA. Agora vejamos a reflexão do autor Luiz Ruffato. "O que significa ser escritor num país situado na periferia do mundo, um lugar onde o termo capitalismo selvagem definitivamente não é uma metáfora?”. Com esta pergunta, o escritor Luiz Ruffato, iniciou seu discurso na abertura da Feira do Livro de Frankfurt, na terça-feira (8). O escritor fez duras críticas às desigualdades sociais do Brasil e à violência contra índios, negros, mulheres e homossexuais. OS GENOCÍDIOS Para o escritor, a diminuição da população indígena ao longo destes anos mostra que o Brasil nasceu sobre a égide do genocídio. Hoje, no país, há apenas cerca de 900 mil indígenas que ainda vivem sob condições precárias e em luta constante pela demarcação de suas terras. Em 1500, eles eram mais de 4 milhões de indivíduos. ESCRAVIDÃO E PRECONCEITO RACIAL Na questão racial , Ruffato falou sobre os resquícios da escravidão ...

POESIA REVOLUCIONÁRIA: O Elemento Lógico

O Elemento Lógico A democracia, alicerce voraz para a unificação de valores intrínsecos. O conjunto de ações que leva a lógica a um valor plausível. Sendo o  elemento lógico, a verdade que insinua o início de uma labareda intelectual. (Ma Jaenskag Öllen)

A VIDA ''MODERNA'' É CONTRADITÓRIA - O FATO DA MODERNIDADE É A CONTRADIÇÃO - Reflexos da realidade

Caros leitores, sob circunstâncias do acaso, eu estava lendo "Tudo o que é sólido desmancha no ar de Marshall Berman" e em um intervalo me deparei com a notícia abaixo. E isso me fez refletir e buscar talvez a resposta para algumas respostas. Para ler a notícia completa clique aqui COMUNIDADES DEIXAM DE ''EXISTIR'' E TORNAM-SE ÁREAS DE OPERAÇÃO URBANA Operação urbana É um instrumento de intervenção política no espaço urbano – legalmente consolidado no Estatuto da Cidade de 2001 – que define áreas interessantes para intensificar o uso do solo. São lugares estratégicos, onde o poder público investe em infraestrutura adicional, como obras viárias, saneamento e remoção de favelas e cortiços, “abrindo espaço para empreendimentos imobiliários privados”, de acordo com o site da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). Sob base da realidade noticiada acima, creio que muitas dúvidas podem ser sanadas a partir d...

OS BRILHANTES TROCADILHOS DE ENGELS E MARX - Manifesto Comunista em cordel

Trocadilhos de Marx e Engels nas rimas de cordel. Karl Marx e Engels indagam Em trocadilhos brilhantes De forma Clara e precisa, Em sátiras interessantes O que deixam sem resposta As elites dominantes Que partido de oposição Não foi ainda acusado Pelos seus adversários Que estão por todo lado De "comunistas que come  criancinhas" no atacado?! Que partido de oposição Não lançou, com sordidez, Contra todo adversário Seja operário ou burguês A alcunha mais infame De "comunista", por vez?! ____________________ Literatura de cordel  também conhecida no Brasil como  folheto , é um  gênero literário  popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em  folhetos. Trecho do livro: Manifesto em cordel. É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e ci...

A MULHER E A REVOLUÇÃO RUSSA- As conquistas da revolução para as mulheres

A Revolução socialista na Rússia, em 1917, significou uma revolução também na situação da mulher no mundo inteiro. Pela primeira vez um país tomava medidas concretas para alcançar a igualdade entre homens e mulheres. A revolução de fevereiro de 1917- antessala da revolução de outubro- iniciou-se no Dia Internacional da Mulher, com manifestações em Petrogrado contra a miséria provocada pela participação da Rússia na I Guerra Mundial. A guerra havia empurrado a mulher russa para o mercado de trabalho, e em 1917 um terço dos operários industriais de Petrogrado eram mulheres. Nas fábricas têxteis da região industrial do centro, 50% ou mais da força de trabalho era composta por mulheres. Contudo, a Rússia já fora um país pioneiro no emprego de mulheres na frente de combate, e deve-o muito mais a razões de carácter cultural e antropológico do que a razões ideológicas. O aparecimento de mulheres combatentes antecede não só a Revolução de Outubro de 1917 que levou os bolcheviques ...