A experiência
ambiental da modernidade anula todas as fronteiras geográficas e raciais, de
classe e nacionalidade, de religião e ideologia: nesse sentido, pode-se dizer
que a modernidade une a espécie humana. Porém,
é uma unidade paradoxal, uma unidade de desunidade e mudança, de luta e
contradição, de ambiguidade e angústia.
Ser
moderno é fazer parte do universo, que segundo Marx consistem em “tudo que é
sólido, se desmancha no ar”
O turbilhão da vida moderna tem sido alimentado por muitas fontes: grandes descobertas nas ciências físicas, com a mudança da nossa imagem do universo e do lugar que ocupamos nele; a industrialização da produção, que transforma conhecimento científico em tecnologia, cria novos ambientes humanos e destrói os antigos, acelera o próprio ritmo de vida, gera novas formas de poder corporativo e de luta de classes.
O turbilhão da vida moderna tem sido alimentado por muitas fontes: grandes descobertas nas ciências físicas, com a mudança da nossa imagem do universo e do lugar que ocupamos nele; a industrialização da produção, que transforma conhecimento científico em tecnologia, cria novos ambientes humanos e destrói os antigos, acelera o próprio ritmo de vida, gera novas formas de poder corporativo e de luta de classes.
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Texto original: TUDO QUE É SÓLIDO DESMANCHA NO AR-MARSHALL BERMAN
Síntese: blog um quê de Marx.


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