VAI UM "BOLSA DONDOCA'' AÍ?- A hipocrisia disfarçada na forma de crítica aos programas assistênciais-
Não me venha chamando de “petista” ou “dilmista” ou
coisa que me estereotipe como a favor do governo atual. Não tenho a intenção de
aqui defender nenhum partido, mas algumas verdades
e hipocrisias deste país precisam ser reveladas. ''Éh...'' me indigna muito ouvir tantas críticas
aos programas assistenciais à pessoas carentes, sendo que poucas pessoas
procuram ver que comparado a outros fatos, o bolsa família (em valores R$) não
chega ''nem aos pés'' do que recebem por aí muitos ''sangue sugas'' da
previdência.
As filhas de servidores que
ficam solteiras para ter direito a pensão do Estado, eis a hipocrisia do bolsa
dondoca.
Não me venha chamando de “petista” ou “dilmista” ou
coisa que me estereotipe como a favor do governo atual. Não tenho a intenção de
aqui defender nenhum partido, mas algumas verdades
e hipocrisias deste país precisam ser reveladas. ''Éh...'' me indigna muito ouvir tantas críticas
aos programas assistenciais à pessoas carentes, sendo que poucas pessoas
procuram ver que comparado a outros fatos, o bolsa família (em valores R$) não
chega ''nem aos pés'' do que recebem por aí muitos ''sangue sugas'' da
previdência.
As filhas de servidores que
ficam solteiras para ter direito a pensão do Estado, eis a hipocrisia do bolsa
dondoca.
As pensões a filhas solteiras de
funcionários públicos consomem por ano R$ 4,35 bilhões do contribuinte – e
muitas já se casaram, tiveram filhos, mas ainda recebem os benefícios.
Era um sábado nublado. No dia 10 de novembro de 1990, a dentista Márcia Machado Brandão Couto cobriu-se de véu, grinalda e vestido de noiva branco com mangas bufantes para se unir a João Batista Vasconcelos. A celebração ocorreu na igreja Nossa Senhora do Brasil, no bucólico bairro carioca da Urca. A recepção, num clube próximo dali, reuniu 200 convidados. No ano seguinte, o casal teve seu primeiro filho. O segundo menino nasceu em 1993. Para os convidados do casamento, sua família e a Igreja Católica, Márcia era desde então uma mulher casada. Para o Estado do Rio de Janeiro, não. Até hoje, Márcia Machado Brandão Couto recebe do Estado duas pensões como “filha solteira maior”, no total de R$ 43 mil mensais. Um dos benefícios é pago pela Rioprevidência, o órgão previdenciário fluminense.
#Hipocrisia #Brasil!
Leia a notícia completa: clique aqui.




Comentários
Postar um comentário