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Postagens

VISÕES E VERSÕES: ''Fundação do Papai Noel"- A Coca-Cola e a versão de Rabdon Sunblom

VERSÕES   Por que 25 de dezembro? Conforme Funari, o Natal é derivado de uma festa muito anterior ao cristianismo e ao calendário do ciclo solar. De acordo com o pesquisador, os pagãos comemoravam na época do solstício de inverno (o dia mais curto do ano e que, no hemisfério norte, ocorre no final de dezembro) porque os dias iriam começar a ficar mais longos. "É uma celebração que tem a ver com o calendário agrícola, originalmente. E, como todo calendário agrícola, ele está preocupado com a fertilidade do solo e a manutenção do ciclo da natureza", diz o professor. Em Roma, essa data era associada ao deus Sol Invictus, já que após o dia mais curto do ano o sol volta a aparecer mais. Quanto ao cristianismo, a comemoração do nascimento de Jesus Cristo só começou a ocorrer no século IV, quando o imperador Constantino deu fim à perseguição contra essa religião. Os religiosos então usam a comemoração pagã e a revestem com simbolismo cristão. Curiosamente, afirma o pesquis...

#estreia: ESPELHOS, Eduardo Galeano- "A fundação das classes sociais"

Hoje, inicio a primeira (de outras) postagens, com base no livro "Espelhos" de Eduardo Galeano. O título do livro é bem sugestivo, onde, cada página, cada metáfora ou analogia, é o reflexo do que foi e do que é a sociedade (do que fomos e somos). Sempre faço a defesa de que, os escritos de Galeano, além de servir para a compreensão da história, ao mesmo tempo, é uma leitura para a vida, para a alma.  Espero que vocês gostem.. Este livro foi escrito para que eles não se percam.  Nestas páginas se unem o passado e o presente. Os mortos renascem, os anônimos têm nomes: os homens que construíram os palácios e templos de seus amos; as mulheres, ignoradas por queles que ignoram os próprios temores; o sul e o oriente do mundo, desprezados por aqueles que desprezam as próprias ignorâncias; os muitos mundos que o mundo contém e esconde; os pensadores e sentidores; os curiosos, condenados a perguntar, e os rebeldes e os perded...

A hipocrisia da "guerra ao terror"- Noam Chomsky

A hipocrisia da "guerra ao terror"- Noam Chomsky   Lembrando que a legenda desta publicação não é a mesma do título do vídeo, porém, expressa a grande hipocrisia que há por trás dos países ocidentais e da mídia que serve aos mesmos. Deixo explícito que, não defendemos nenhuma forma de extremismo ou de terrorismo, só lembramos que, é preciso ver os fatos com outros olhos, nos remetermos aos fatos históricos para que assim, possamos chegar a uma correta análise dos acontecimentos. Noam Chomsky - O ataque a Charlie Hebdo e a hipocrisia Uma das críticas principais referentes aos ataques terroristas recentes (em específico o ataque a revista Charlie Hebdo), se dá sobre o sensacionalismo feito pela mídia hegemônica mundial, principalmente a europeia e norte-americana. Onde descrevem cenas de pânico, cordões policiais, crianças pequenas sendo retiradas as pressas da escola, cenas de pânico, pessoas em pânico e todo outro tipo de reações perante o medo (N C)....

Darcy Ribeiro e a unificação dos povos latinos

Darcy Ribeiro sobre a unificação dos povos latinos.  O painel em forma de pintura, retrata as ações e intervenções imperialistas dos "yanques" norte-mericanos na América Latina. Resistir é preciso!!! "Nosso destino é nos unificarmos com todos os latinos-americanos pro nossa oposição comum ao mesmo antagonista, que é a América anglo saxônica, para fundarmos, tal como ocorre na comunidade europeia, a Nação Latino-Americana sonhada por Bolívar. Hoje somos 500 milhões, amanhã seremos mais. [...] somos povos novos ainda na luta para nós fazermos a nós mesmos como um gênero humano novo que nunca existiu antes. Tarefa essa muito mais difícil e penosa, mas também muito mais bela e desafiante. Hoje não passamos de uma espécie de nova Roma, uma tardia Roma tropical. Inverter. Postagem: Fernanda E. Mattos, autora e colunista do Blog Um quê de Marx. Obra de referência: "O povo brasileiro"- Darcy Ribeiro. Editora: Companhia das letras.  É permitid...

Carlos Drummond de Andrade, profético? Drummond sobre os abusos da mineração no Brasil

I O Rio?  É doce. A Vale? Amarga. Ai, antes fosse. Mais leve a carga. II Entre estatais. E multinacionais, quantos ais! III A dívida interna A dívida externa A dívida eterna. IV Quantas toneladas exportamos  De ferro? Quantas lágrimas disfarçamos Sem berro? Drumond 1984. Poesia Via perfil Facebook, acesse . Org. da postagem: Fernanda E. Mattos. É permitido o compartilhamento desta publicação e até mesmo a edição da mesma. Sem fins lucrativos e cite a fonte. Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional .

Liberté, Égualité, Fraternité e a islamofobia: Alguns esclarecimentos acerca dos atentados no Líbano e França

Inicio o texto com as seguintes considerações: "Uma coisa é se indignar, com toda razão, contra o ato terrorista que dizimou os melhores chargistas franceses, cidadãos parisienses e turistas. Trata-se de ato abominável e criminoso, impossível de ser apoiado por quem quer que seja. Outra coisa é procurar analiticamente entender porque tais eventos terroristas acontecem. Eles não caem do céu azul. Atrás deles há um céu escuro, feito de histórias trágicas, matanças massivas, humilhações e discriminações, quando não, de verdadeiras guerras preventivas que sacrificaram vidas de milhares e milhares de pessoas" ¹ . Devido aos últimos atentados terroristas na França e no Líbano, ontem, sinto necessidade de levantar alguns pontos para aqueles que insistem em culpar os refugiados,os sírios e, sobretudo, os muçulmanos: 1.O Estado Islâmico (EI, ou ISIS) conta com membros de inúmeras nacionalidades. A maioria deles não é de sírios; há muitos ingleses, americanos (!!),...

"I WANT YOU" na versão ''abrasileirada'' de Millôr Fernandes

Provavelmente você já deve ter visto por aí o famoso cartaz norte-americano onde aparece a frase: "I WANT YOU" . Na verdade existem várias versões, até mesmo cartazes brasileiros. Para leigos, a expressão "I WANT YOU"- '' I want you for the U.S. army'' (Eu quero você no exército americano ).  A ORIGEM Pela mão do ilustrador publicitário James Montgomery Flagg, o velho com cartola e paletó nas cores da bandeira yankee aponta para o observador e afirma: “Eu quero você para o exército americano”. Foram feitas mais de quatro milhões de cópias do cartaz, e o Tio Sam foi novamente requisitado para a campanha de alistamento para a Segunda Guerra Mundial . Millôr e sua versão 'abrasileirada' do "I wa nt you" Org. e publicação: Fernanda E. Mattos, autora e colunista do Blog Um qu ê de Mar x. Ilustração de M illôr : Guia sobre a história do Bras il". É permitido o compartilhamento desta publicação ...